catequese horario de adoração ao SANTÍSSIMO - 10:00hs ÁS 11:00hs PARTICIPEM!!!
O CATEQUISTA, que não estiver aberto ao novo, a espiritualidade,a formação,a leitura... está caminhando para a morte e pior levando outros ao mesmo rumo.
Páginas
“Pouco valor terá a catequese, mesmo substanciosa e segura, se não for transmitida com eficiência de expressão e apoio daqueles subsídios didáticos que hoje se apresentam sempre mais ricos e sugestivos”.
(João Paulo II)
(João Paulo II)
terça-feira, 26 de março de 2013
nossa celebração para quarta feira no encontro de catequese
Agir transformador:
Celebração ( Rito do Lava-Pés)
Comentarista: Cristo mostra a relação que existe entre dar a vida na cruz e o serviço humilde de lavar os pés. É um gesto através do qual o Senhor deseja fazer compreender o sentido profundo da sua missão redentora: um serviço de amor a Deus e ao ser humano, que tem seu ponto alto na paixão e na morte. Assim, também o pão e o vinho partilhados são sacramentos de seu corpo entregue e do seu sangue derramado como serviço derramado como serviço de amor e de solidariedade.
Fazer a leitura do Evangelho Jo 13, 1-17. O Leitor 1 faz a parte de Pedro e o Leitor 2 faz a parte de Jesus. O Catequista explica o valor do gesto de Jesus, que, como mestre e Senhor, lavou os pés dos apóstolos e pede que o imitemos.
Leitor 1 ( o primeiro a lavar o pé) diz: O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos (Mt 20,28).
Leitor 2 ( o segundo a lavar o pé) diz: Se alguém quiser ser o primeiro, seja o último de todos e o servidor de todos (Mc 9,35).
Leitor 3 (o terceiro a lavar o pé) diz: Vós sois os meus amigos, se praticais o que vos mando. Isto vos mando: amai-vos uns aos outros (Jo 15,14.17).
BAIRRO ESPERANÇA DINÂMICA DA CELEBRAÇÃO DA 5ª FEIRA –SANTA/ 5º VOLUME
Celebra a Páscoa (Quinta-feira Santa) -
Ambiente
do Encontro: jarra, bacia e toalhas
para o lava-pés. Os catequizandos terão seus pés lavados
Oração
Inicial:
Todos permanecem de pé e em silêncio. O leitor 1 e o leitor 2 fazem a parte de Jesus, ou seja, proclamam o Evangelho (Lc 22, 7-13 - Preparativos para a ceia pascal)
Leitor 1: Jesus celebrou a Páscoa. Memorial da libertação em que os judeus foram libertos da escravidão do faraó e atravessaram o mar a pé enxuto. O sangue do cordeiro sacrificado foi utilizado para marcar as portas das casas dos judeus, e assim, afastou a ira do anjo exterminador; também o sangue do cordeiro imolado selou a aliança que Moisés estabeleceu com Deus em nome do povo eleito.
Leitor 2: Jesus dá um novo significado para a Páscoa. Ele é o cordeiro que tira o pecado do mundo, que sela uma nova aliança entre Deus e a humanindade com seus braços abertos na cruz.
Todos: Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, tende piedade de nós (bis).
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Colocação do Tema
Leitura Bíblica: 1 Cor 11,23-26 - A Ceia do Senhor. Retome a celebração da Páscoa antiga e explique que Jesus a celebra e lhe dá um novo significado. Situe a morte de Cristo no contexto pascal, em que sua vida nos é dada para a salvação da humanidade. É o memorial do seu amor levado às últimas consequências, por isso, é igualmente sinal de amor, doação e ajuda ao outro, até o ponto de se humilhar lavando os pés dos discípulos.
Aprofundamento do Tema
Todos permanecem de pé e em silêncio. O leitor 1 e o leitor 2 fazem a parte de Jesus, ou seja, proclamam o Evangelho (Lc 22, 7-13 - Preparativos para a ceia pascal)
Leitor 1: Jesus celebrou a Páscoa. Memorial da libertação em que os judeus foram libertos da escravidão do faraó e atravessaram o mar a pé enxuto. O sangue do cordeiro sacrificado foi utilizado para marcar as portas das casas dos judeus, e assim, afastou a ira do anjo exterminador; também o sangue do cordeiro imolado selou a aliança que Moisés estabeleceu com Deus em nome do povo eleito.
Leitor 2: Jesus dá um novo significado para a Páscoa. Ele é o cordeiro que tira o pecado do mundo, que sela uma nova aliança entre Deus e a humanindade com seus braços abertos na cruz.
Todos: Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, tende piedade de nós (bis).
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Colocação do Tema
Leitura Bíblica: 1 Cor 11,23-26 - A Ceia do Senhor. Retome a celebração da Páscoa antiga e explique que Jesus a celebra e lhe dá um novo significado. Situe a morte de Cristo no contexto pascal, em que sua vida nos é dada para a salvação da humanidade. É o memorial do seu amor levado às últimas consequências, por isso, é igualmente sinal de amor, doação e ajuda ao outro, até o ponto de se humilhar lavando os pés dos discípulos.
Aprofundamento do Tema
Jesus, seguindo o costume de seus irmãos judeus, todos os anos
celebrava a Páscoa como memória dos acontecimentos do Êxodo, em que se deu a
fuga da escravidão do Egito. A celebração ritual da Páscoa judaica é
substituída pela Eucaristia: Fazei isso em memória de mim. Essa é a celebração
sacramental nova, memorial do novo Êxodo pascal de Cristo.
Jesus celebrou a Páscoa com um novo sentido. Ele tomou os
elementos da Páscoa e aplicou-os a si mesmo. Isso aconteceu às vésperas de ser
entregue e condenado à morte. Antecipadamente, ele celebrou em forma de ceia
pascal o que iria acontecer no calvário no dia seguinte.
Nessa ceia se bendisse a Deus sobre o pão sem fermento que era partido e
distribuído. Jesus viu nesse gesto o sacrifício do seu corpo imolado na cruz e
dado como alimento. Nela, tomava-se vinho e comia-se o carneiro sacrificado,
cujo sangue selou a primeira aliança entre Deus e o povo, além de ter poupado
da morte os primogênitos.Jesus é o novo cordeiro que tira o pecado do mundo,
seu sangue redentor derramado na cruz perdoa todo pecado.
Sua
morte é Páscoa, mostra a intervenção do Pai que salva a humanidade pelo amor do
seu Filho levado às últimas consequências. Jesus, o Filho de Deus encarnado,
entende a sua vida e a sua missão como serviço de amor à humanidade. Ele se doa
e a sua missão como serviço de amor à humanidade. Ele se doa inteiramente. Essa
doação é a concretização do seu amor. Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus
que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus
que estavam no mundo, amou-os até o fim (Jo 13,1).
Agir transformador:
Páscoa é a passagem da morte para a vida. Significa morrer para o
comodismo, a preguiça e a mentira, doando a própria vida, como Jesus. Assim,
vamos nos esforçar para sermos mais solidários com os colegas, ter espírito,
vontade e atitudes de colaboração e serviço. Nossos pais trabalham muito para
que não nos falte o necessários em
casa. E nós, em que contribuímos? Jesus vai adiante de nós e
doa toda a sua vida.
Anualmente, na Quinta-feira Santa, a Igreja celebra a missa da
ceia do Senhor na qual comemoramos Jesus que nos entrega o mandamento e o
sacramento do amor.
Celebração ( Rito do Lava-Pés)
Comentarista: Cristo mostra a relação que existe entre dar a vida na cruz e o serviço humilde de lavar os pés. É um gesto através do qual o Senhor deseja fazer compreender o sentido profundo da sua missão redentora: um serviço de amor a Deus e ao ser humano, que tem seu ponto alto na paixão e na morte. Assim, também o pão e o vinho partilhados são sacramentos de seu corpo entregue e do seu sangue derramado como serviço derramado como serviço de amor e de solidariedade.
Fazer a leitura do Evangelho Jo 13, 1-17. O Leitor 1 faz a parte de Pedro e o Leitor 2 faz a parte de Jesus. O Catequista explica o valor do gesto de Jesus, que, como mestre e Senhor, lavou os pés dos apóstolos e pede que o imitemos.
O comentarista dá sequência ao lava-pés com aqueles que foram
previamente orientados e preparados. Todos cantam ou pode-se colocar um fundo
musical apropriado.
Leitor 1 ( o primeiro a lavar o pé) diz: O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos (Mt 20,28).
Leitor 2 ( o segundo a lavar o pé) diz: Se alguém quiser ser o primeiro, seja o último de todos e o servidor de todos (Mc 9,35).
Leitor 3 (o terceiro a lavar o pé) diz: Vós sois os meus amigos, se praticais o que vos mando. Isto vos mando: amai-vos uns aos outros (Jo 15,14.17).
...
Oração final PAI NOSSO...
VOU TRABALHAR COM MEUS CATEQUISANDOS DO 5º VOLUME APÓS A PÁSCOA
Tempos Litúrgicos -
Motivação (ver):
- Perguntar aos catequizandos o que é o ano? O que são os meses?
- Depois de um rápido debate, explicá-los que são estruturas criadas pelo ser humano, a fim de ajudar na oraganização do tempo, para podermos realizar as nossas tarefas.
- Falar que o ano civil tem 365 dias e 12 meses. Possui feriados, férias e festas.
- Perguntá-los se conhecem o ano da Igreja. E se o ano civil e o ano da Igreja são os mesmos?
- O ano da Igreja se chama Ano Litúrgico e nós vamos conhcê-lo agora.
Colocação do Tema (julgar):
- O Ano Litúrgico é diferente do ano civil. Este começa em 1 de janeiro e termina em 31 de dezembro. O ano litúrgico começa no último domingo de novembro, com o início do tempo do Advento e termina no 3º domingo de novembro com a Festa do Cristo Rei.
- O Ano Litúrgico tem como objetivo celebrar e atualizar todos os atos de Jesus em sua missão salvadora. Celebramos sua encarnação, nascimento, infância, adoslencência, juventude, evangelização, milagres até chegar na paixão, morte e ressurreição e glorificação.
- Falar que ano litúrgico faz parte de um ciclo, com três anos: Ano A, Ano B e Ano C.
Ano A: predomina a leitura do Evangelho de São Mateus
Ano B: predomina a leitura do Evangelho de São Marcos
Ano C: predomina a leitura do Evangelho de São Lucas
- Falar sobre os tempos dentro do Ano Litúrgico. Para isso, sugiro a montagem de um grande circulo e dividí-lo em partes conforme o ano litúrgico e ir montando no centro da sala ou na parede, conforme a explicação de cada tempo.
Advento:
Significa a vinda, o tempo de espera, chegada. É o tempo que esperamos a
chegada do Salvador- Jesus. Celebramos a sua encarnação, nascimento e
sua presença no meio de nós.
Tríduo Pascal: São os três dias mais importantes de nossa vida cristã, em que celebramos a paixão, morte e Ressurreição de Jesus. Sua vitória sobre a morte e o poder das trevas.
Tempo Comum: É o maior período do ano litúrgico. Onde celebramos a vida de Jesus no seu dia-a-dia, seus ensinamentos, milagres, orações e atitudes junto ao povo que recebia suas graças.
- Explicar as cores litúrgicas através das Cores dos paramentos.

VERMELHO:
Simboliza o fogo do Amor, da caridade ou do martírio. Lembrando o
Espírito Santo, é a cor de Pentecostes. Lembrando o sangue é cor usada
na festa dos Santos Mártires, no Domingo da Paixão (Domingo de Ramos) e
na Sexta-feira Santa.
VERDE: Simboliza a esperança. Utilizado no tempo comuns e nos dias da semana.
ROXO:
Simboliza a penitência, contrição e serenidade. Usado no Advento e na
Quaresma, pode também ser utilizado na Confissão e nas Missas pelos
Mortos.
PRETO:
Simboliza tristeza, dor e luto. Significa o choro da Igreja diante da
morte de Nosso Senhor Jesus Cristo e de seus fiéis. Pode ser utilizado
na Missa pelos Mortos, nas quais utilizam-se também o roxo e o branco,
para dar ênfase não à dor, mas, à Ressurreição.
ROSA:
Simboliza a alegria dentro de um tempo reservado à penitência. Pode ser
utilizado no 3º domingo do Advento (Gaudete) e no 4º domingo
(Laetare).
quinta-feira, 14 de março de 2013
A ORGANIZAÇÃO DA IGREJA CATÓLICA

O papa mora no Vaticano, que é um pequeno país dentro da Itália, de 0,44 km², e possui embaixadores, chamados de Núncios Apostólicos nos países que têm entendimento com ele.
O Vaticano tem dívida externa, como os outros países, e muitos gastos. Sua riqueza principal está nas obras de arte, que não podem ser vendidas, de modo que não está certo falar que a Igreja é tão rica quanto se diz.
O papa dispõe de uma quantia em dinheiro para ajudar as catástrofes no mundo (furacões, terremotos, enchentes), que lhe é enviada pelos católicos do mundo inteiro no dia de São Pedro (29 de julho), numa oferta chamada “Óbulo de São Pedro”.
Os bispos são sucessores dos Apóstolos nas dioceses, e receberam o terceiro grau do sacramento da Ordem. Os presbíteros, também conhecidos como padres, são auxiliares dos bispos e receberam o segundo grau.
Os párocos são os padres que cuidam das paróquias, formadas pelas comunidades, que por sua vez, são formadas pelas famílias.
Padre diocesano ou secular é o padre que pode
continuar a viver na família, se quiser, e não faz os votos, a não ser o do
celibato (=não se casar).
Os religiosos são homens e mulheres que fazem votos de castidade, pobreza e obediência e vivem em pequenas comunidades. Não podem viver em suas famílias. Há religiosos que são padres, e outros que não são.
Os religiosos são homens e mulheres que fazem votos de castidade, pobreza e obediência e vivem em pequenas comunidades. Não podem viver em suas famílias. Há religiosos que são padres, e outros que não são.
Cardeal é um título de honra que se dá a alguns arcebispos e bispos, a critério do papa, e podem votar no novo papa,quando o atual morre. Monsenhor também é um título de honra, geralmente dado ao pároco da catedral.
Os diáconos recebem o primeiro grau no sacramento da Ordem e ajudam os sacerdotes, mas são ligados diretamente aos bispos. Podem ser casados (nesse caso não podem ser ordenados sacerdotes) ou solteiros (nesse caso, se quiserem podem ser padres).
Várias dioceses formam uma Província Eclesiástica, em que a diocese principal é chamada de Arquidiocese, e o seu bispo, de Arcebispo. As Províncias Eclesiásticas são coordenadas, aqui no Brasil, pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil)
Cristãos Leigos são os demais cristãos que não receberam as Ordens Sacras nem fizeram os votos religiosos.
Foi fundada por Jesus Cristo, com os apóstolos e os primeiros discípulos. Ele deixou como seu representante aqui na terra o Apóstolo São Pedro, nosso primeiro papa. No dia de Pentecostes a Igreja foi santificada pelo Espírito Santo e se manifestou publicamente, dando início à difusão do Evangelho e do Batismo para que todos se tornem discípulos de Cristo. Essa difusão do evangelho pode ser lida em Atos capítulos 1 e 2.
Há três trechos principais que nos dão essa certeza: Mateus 16,18-19: “Tu és Cefas (Rocha, traduzido em português como Pedro, de Pedra), e sobre essa rocha (Pedro, ou na língua deles kefas, rocha), edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus. Tudo o que ligares na terra será ligado nos céus e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”
JESUS CRISTO

Jesus nasceu em Belém da Judéia (Sul). Foi criado no interior, como o povo da roça, em Nazaré da Galiléia, ao Norte. Sua língua era o aramaico (sotaque galileu). Não pertencia ao clero do templo, não era doutor da lei,nem fariseu, nem essênio. Era leigo, pobre, não estudou como S. Paulo Apóstolo (Atos 22,3).Trabalhava como agricultor e carpinteiro (Mc 6,3; Mt 13,55). A escola de Jesus foi, principalmente, a vida em família e na comunidade. Todos rezavam muito naquele tempo, de manhã, à tarde e à noite, com três leituras básicas entremeadas de salmos, bênçãos, benditos (confira em Deuteronômio 6,4-9; 11, 13-21; Números 15,37-41).
Apesar de ser dono de tudo o que existe, Jesus quis nascer pobre, viveu com os pobres, se alimentava na companhia deles, apesar disso ser proibido pela religião oficial da época. Ele diz em Lucas 9,58: “ O Filho do Homem (ele, Jesus) não tem onde reclinar a cabeça”.
Quem tem muito dinheiro, confia só nele; quem é pobre, está livre para confiar plenamente em Deus, seu único apoio. No sermão da montanha, Jesus falou, logo no ínicio do capítulo 5, que são felizes os pobres em espírito. Isso quer dizer que, mesmo que tenhamos capacidade e oportunidade de sermos ricos, devemos viver de modo modesto.
Em Mateus 6,19-20 Jesus nos diz: “Não acumuleis tesouros para vós aqui na terra, onde a ferrugem e a traça os consomem e onde os ladrões os roubam. Mas acumulai tesouros para vós no céu”. Em Mateus 6, 24: “Não podeis servir a Deus e às riquezas!”.
S. Paulo nos fala em Timóteo 6,7-10: “A raiz de todos os males é o dinheiro”. É preciso aprendermos a viver de modo simples, com o suficiente para uma vida confortável e digna, partilhando com os pobres e necessitados o que economizarmos. Deus sustenta até os passarinhos, como vemos em Mateus 6,26. Ele nos ajudará, e nada nos faltará, se confiarmos nele. (Ver Mateus 6,30-34).
Todos sabemos, pelos jornais e pela televisão o quanto as pessoas ricas têm problemas, cometem suicídio, morrem de overdose e coisas desse tipo. Se o dinheiro trouxesse felicidade, eles seriam felizes; a vida que levam, entretanto, mostram que são muito infelizes. Só Deus pode nos fazer felizes. Só o bem pode nos dar a paz.
Jesus foi muito humilde. Diz Mateus 11,29-30: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis repouso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu peso é leve”.
Ser humilde, entretanto, não é ser tímido! Jesus morreu porque enfrentou as autoridades religiosas do tempo, que escravizavam o povo. Ser humilde é reconhecer os próprios limites e aceitá-los, reconhecendo os próprios pecados, desvios, maldade, pedir perdão disso tudo a Deus, confiando a Ele a própria vida, nunca desprezando a ninguém. Isso pode ser refletido em Tiago 2,1-7; Marcos 2,15-17; Marcos 6, 37-44.
Ser humilde é não querer fazer tudo sozinho, mas sempre procurar buscar a ajuda de Deus e das pessoas capacitadas para aquela ação. Diz o Apóstolo São Paulo em 2ª Coríntios 12,10: “Quando eu sou fraco, então é que sou forte”, porque terei a ajuda divina.
O salmo 40, 17 nos diz: ”Sou pobre e indigente, mas Deus cuida de mim!” Entretanto, o orgulhoso, o autossuficiente, é abandonado às suas próprias forças e, como diz Sabedoria 1, 1-5, Deus não se revelará a ele.
Santa Teresa de Jesus diz uma coisa belíssima quanto à humildade e à confiança em Deus: “Nada te perturbe, nada te espante. Tudo passa. Deus nunca muda. A paciência tudo alcança. A quem a Deus tem, nada lhe falta. Só Deus basta!”.
Foi essa humildade e confiança que permitiu a Maria conceber e dar à luz o Filho de Deus, como nos conta Lucas 1,46-54. O humilde está sempre com Deus e é fortalecido por Ele.
Outro trecho é João
21,15-17, em que Jesus pede que Pedro apascente suas ovelhas e seus cordeiros,
pois ele iria ser chefe da Igreja. O trecho mais importante, porém, é de Lucas
22,32: “Pedro, eu, porém, orei por ti, para que tua fé não
desfaleça. E tu, uma vez convertido, fortalece (confirma) os teus
irmãos!” Essas palavras mostram a primazia de Pedro sobre os
outros apóstolos. O papa é o sucessor de São Pedro.
Jesus
Cristo é a segunda pessoa da Santíssima Trindade, cem porcento Deus e
cem porcento homem, Nasceu de Maria sempre Virgem. Viveu trinta anos de
sua vida em Nazaré, lugarejo pequeno, tão pequeno que fora da bíblia não é conhecido. Viveu trabalhando na carpintaria. Isso indica que “o
mais importante, o decisivo mesmo de uma vida humana é saber viver esta
vida de cada dia, vida aparentemente sem valor, sem nada de
extraordinário, a vida comum da grande maioria da humanidade” (Frei
Carlos Mesters, “Com Jesus na Contramão”, pág. 14). Foi lá que Jesus aprendeu o que nos ensinou.
Jesus padeceu e morreu condenado por Pôncio Pilatos, foi sepultado mas
ressuscitou ao terceiro dia, subiu ao céu e retomou plenamente a
majestade divina, ao lado direito do Pai Todo-poderoso. No céu Jesus é
tão todo-poderoso quanto o Pai. Jesus e Deus, mas não usou em rpoveito
próprio a sua divindade: só em benefício dos outros.

Jesus nasceu em Belém da Judéia (Sul). Foi criado no interior, como o povo da roça, em Nazaré da Galiléia, ao Norte. Sua língua era o aramaico (sotaque galileu). Não pertencia ao clero do templo, não era doutor da lei,nem fariseu, nem essênio. Era leigo, pobre, não estudou como S. Paulo Apóstolo (Atos 22,3).Trabalhava como agricultor e carpinteiro (Mc 6,3; Mt 13,55). A escola de Jesus foi, principalmente, a vida em família e na comunidade. Todos rezavam muito naquele tempo, de manhã, à tarde e à noite, com três leituras básicas entremeadas de salmos, bênçãos, benditos (confira em Deuteronômio 6,4-9; 11, 13-21; Números 15,37-41).
Ao obedecer ao Pai plenamente, Jesus, que tinha a vontade divina e a
vontade humana plenamene unidas, nos abriu o caminho do céu, fechado
desde o pecado de Adão e Eva. É o que nos diz 1Cor 15,21, quando
Paulo fala que por um só homem (Adão) veio o mal ao mundo, por um só
homem (Jesus) veio o bem, a salvação ao mundo. O motivo principal é a
obediência: ao contrário de Adão e Eva, Jesus obedeceu totalmente ao
Pai. Essa obediência foi total, até a morte, e morte de cruz! (Filipenses 2,6ss). Ou
seja: mesmo podendo evitar o seu sofrimento e sua morte, Jesus
escolheu sofrer tudo como um ser humano, obediente ao Pai como todos
deveríamos ser.
Se
obedecermos a Deus, Ele nos orientarã, nos dará tudo o que for preciso
para sermos felizes e, caso nos permita algum sofrimento, nos dará a
força necessária para vencê-lo ou suportá-lo até que fiquemos livres.
Temos muito desejo de felicidade, mas às vezes nos esquecemos de que a
felicidade verdadeira só a conseguiremos no céu, na vida eterna, onde “Nenhuma impureza, nenhuma abominação entrará” (Apocalipse 21,27).
Gosto muito de fazer uma comparação para entendermos a eternidade: Se
uma só destas letras deste blog for os 90 anos que uma pessoa vai viver
aqui na terra, todas as demais, do blog todo, de todos os bilhões de
blogs e sites que existe, serão, cada uma dessas letras todas, 90 anos
que a gente vai viver lá no céu. Multiplique 90 pelos quinquilhões de
letras que estão na internet, e assim mesmo não vai dar nem mesmo um
porcento da eternidade que vamos viver no céu.
Para obtermos isso, Jesus pede que lhe sejamos fiéis nestes 90 anos,
nesta “letrinha” que temos que viver agora. Vale a pena, portanto,
aceitarmos os sofrimentos, problemas, empenho e lutas para sermos
santos, para agradarmos a Deus, seguirmos os seus ensinamentos, pois
isso vai se reverter em benefício para nós mesmos! A recompensa
compensa!
É
muito melhor sofrer agora para sermos santos e irmos para o céu , do que
sermos felizes nestes anos terrestres, numa felicidade tão passageira e
tão cheia de altos e baixos, se não seguirmos a palavra de Deus.
Podemos, sim, ser felizes agora, mas sem o pecado, sem as quedas para o
mal. O problema é que nem toda a felicidade que escolhemos é a que
agrada a Deus e nos faz bem: o pecado, o vício, a ganância, não nos dá
paz e nos levam para o sofrimento eterno.
É por isso que Deus nos permite o sofrimento agora, mesmo quando fazemos o bem. Diz Sabedoria
12,2: “É por isso que corriges com carinho os que caem e os
repreendes, lembrando-lhes ses pecados, para que se afastem do mal e
creiam em ti, Senhor”. Hebreus, 12,5-13, principalmente v. 10: “Deus
nos purifica com os sofrimentos para poder nos infundir sua santidade”.
Jesus nos ensinou muitas coisas para podermos viver santamente e irmos
para o paraíso. O único mandamento que ele nos deixou foi o de amar ao
próximo como Ele nos ama.
Deixar-se amar, seja por Ele como pelos demais, é muito difícil, é muito
doloroso para nós, porque não temos o “controle” das atitudes de Deus
ou dos outros para conosco: Devemos estar livres a qualquer momento
para ouvirmos a voz de Deus ou a dos irmãos, pedindo ajuda ou apoio, ou
pedindo nosso trabalho e até a nossa própria vida.
Outro problema que temos é confundir “amar” com “gostar”. Jesus não
pediu que “gostássemos”, mas que “amássemos”. Amar até os inimigos, ou
seja, não deixar faltar-lhes nada de que necessitem, não desejar-lhes
ou fazer-lhes nenhum mal.
Diz S. Paulo em Romanos
12,20: “Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede,
dálhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a
sua cabeça.”. Essas “brasas” são sentimentos de remorso. Se
tratarmos bem os nossos inimigos, eles podem, talvez, converter-se,
mudar de opinião e aí os “ganharemos” para Jesus.
O
ódio, a violência, não leva a nada. Com a paciência, tudo conseguimos.;
com a violência, perdemos nossa razão e até o bem que queríamos fazer
acamamos transformando em mal com a nossa ira.
Jesus disse: “Aprendei
de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontraremos repouso
para as vossas almas, tomai sobre vós o meu jugo, porque o meu jugo é
suave e o meu peso é leve” (Mateus 11,29-30).
Apocalipse 3,16: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir minha voz e abrir-me a porta, cearemos juntos”. Abrir
a porta do coração para Jesus é acolher sua palavra, a ele próprio e
ao próximo, como Ele sempre nos acolhe. Acolhê-lo significa, por outro
lado, estarmos disponíveis para a conversão, para a Cruz, para o
sofrimento da separação que temos que fazer de nós mesmos, dos pecados,
do nosso egoismo, comodismo, individualismo.
“Quem quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si sua
cruz e siga-me” (Mt 16,24); “Quem naõ toma a sua cruz e não segue após
mim, não é digno de mim” (Mt 10,38).
JESUS FOI POBRE E HUMILDE

Apesar de ser dono de tudo o que existe, Jesus quis nascer pobre, viveu com os pobres, se alimentava na companhia deles, apesar disso ser proibido pela religião oficial da época. Ele diz em Lucas 9,58: “ O Filho do Homem (ele, Jesus) não tem onde reclinar a cabeça”.
Em Lucas 14,33, Ele nos convida a renunciarmos a tudo o que possuímos para sermos seus discípulos: “Qualquer um de vós, que não renunciar a tudo o que possui, não pode ser meu discípulo”. Ele
nunca nos convidaria a viver na miséria, mas nos convida a viver uma
vida simples, sem tantas falsas necessidades. Algumas pessoas são
chamadas a uma pobreza radical; outras, nem tanto.
.
Em Lucas 6,24-25, Ele diz: “Ai de vós, ricos, porque tendes a vossa consolação! Ai de vós que estais agora saciados! Porque tereis fome!”. Ao jovem rico, Jesus exigiu tudo: “Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres, e terás um tesouro nos céus; depois vem e segue-me”.
Entretanto, em Lucas 19,8-9 ele falou a Zaqueu que a salvação tinha entrado naquela casa quando o homem prometeu que ia dar metade do que tinha aos pobres e devolver quatro vezes mais o que tinha roubado; ou seja, não ia dar tudo o que possuia.
Em Lucas 6,24-25, Ele diz: “Ai de vós, ricos, porque tendes a vossa consolação! Ai de vós que estais agora saciados! Porque tereis fome!”. Ao jovem rico, Jesus exigiu tudo: “Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres, e terás um tesouro nos céus; depois vem e segue-me”.
Entretanto, em Lucas 19,8-9 ele falou a Zaqueu que a salvação tinha entrado naquela casa quando o homem prometeu que ia dar metade do que tinha aos pobres e devolver quatro vezes mais o que tinha roubado; ou seja, não ia dar tudo o que possuia.
Quem tem muito dinheiro, confia só nele; quem é pobre, está livre para confiar plenamente em Deus, seu único apoio. No sermão da montanha, Jesus falou, logo no ínicio do capítulo 5, que são felizes os pobres em espírito. Isso quer dizer que, mesmo que tenhamos capacidade e oportunidade de sermos ricos, devemos viver de modo modesto.
Em Mateus 6,19-20 Jesus nos diz: “Não acumuleis tesouros para vós aqui na terra, onde a ferrugem e a traça os consomem e onde os ladrões os roubam. Mas acumulai tesouros para vós no céu”. Em Mateus 6, 24: “Não podeis servir a Deus e às riquezas!”.
S. Paulo nos fala em Timóteo 6,7-10: “A raiz de todos os males é o dinheiro”. É preciso aprendermos a viver de modo simples, com o suficiente para uma vida confortável e digna, partilhando com os pobres e necessitados o que economizarmos. Deus sustenta até os passarinhos, como vemos em Mateus 6,26. Ele nos ajudará, e nada nos faltará, se confiarmos nele. (Ver Mateus 6,30-34).
Todos sabemos, pelos jornais e pela televisão o quanto as pessoas ricas têm problemas, cometem suicídio, morrem de overdose e coisas desse tipo. Se o dinheiro trouxesse felicidade, eles seriam felizes; a vida que levam, entretanto, mostram que são muito infelizes. Só Deus pode nos fazer felizes. Só o bem pode nos dar a paz.
Jesus foi muito humilde. Diz Mateus 11,29-30: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis repouso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu peso é leve”.
Ser humilde, entretanto, não é ser tímido! Jesus morreu porque enfrentou as autoridades religiosas do tempo, que escravizavam o povo. Ser humilde é reconhecer os próprios limites e aceitá-los, reconhecendo os próprios pecados, desvios, maldade, pedir perdão disso tudo a Deus, confiando a Ele a própria vida, nunca desprezando a ninguém. Isso pode ser refletido em Tiago 2,1-7; Marcos 2,15-17; Marcos 6, 37-44.
Ser humilde é não querer fazer tudo sozinho, mas sempre procurar buscar a ajuda de Deus e das pessoas capacitadas para aquela ação. Diz o Apóstolo São Paulo em 2ª Coríntios 12,10: “Quando eu sou fraco, então é que sou forte”, porque terei a ajuda divina.
O salmo 40, 17 nos diz: ”Sou pobre e indigente, mas Deus cuida de mim!” Entretanto, o orgulhoso, o autossuficiente, é abandonado às suas próprias forças e, como diz Sabedoria 1, 1-5, Deus não se revelará a ele.
Santa Teresa de Jesus diz uma coisa belíssima quanto à humildade e à confiança em Deus: “Nada te perturbe, nada te espante. Tudo passa. Deus nunca muda. A paciência tudo alcança. A quem a Deus tem, nada lhe falta. Só Deus basta!”.
Foi essa humildade e confiança que permitiu a Maria conceber e dar à luz o Filho de Deus, como nos conta Lucas 1,46-54. O humilde está sempre com Deus e é fortalecido por Ele.
(A cada estação rezar 1 Pai-nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai e a jaculatória:
NÓS VOS ADORAMOS, SENHOR, E VOS BENDIZEMOS, PORQUE PELA VOSSA SANTA CRUZ REDIMISTES O MUNDO!
1 - JESUS É CONDENADO À MORTE
2 - JESUS PEGA A CRUZ E SOBE O CALVÁRIO
3 - JESUS CAI PELA PRIMEIRA VEZ
4 - JESUS SE ENCONTRA COM SUA MÃE
5 - JESUS É AJUDADO POR SIMÃO CIRINEU
6 - JESUS SE ENCONTRA COM A VERÔNICA
7 - JESUS CAI PELA SEGUNDA VEZ
8 - JESUS ENCONTRA AS PIEDOSAS MULHERES
9 - JESUS CAI PELA TERCEIRA VEZ
10 - JESUS É DESPOJADO DE SUAS VESTES
11 - JESUS É PREGADO NA CRUZ
12 - JESUS MORRE NA CRUZ
13 - JESUS É TIRADO DA CRUZ E COLOCADO NOS BRAÇOS DE SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA
14 - JESUS É COLOCADO NO SEPULCRO
15 - JESUS RESSUSCITA GLORIOSO.
Depois
da Via Sacra, rezar 1 Pai-nosso, 1 Ave-maria e 1 Glória ao Pai pelo
papa e pelas necessidades da Igreja, a fim de lucrar as indulgências
anexas a esta devoção.
Faça a Via Sacra diariamente, mas sobretudo às sextas-feiras às 15 horas.
quinta-feira, 7 de março de 2013
A FAMILIA OU O CATEQUISTA?
Uma senhora, querendo que seu filho fizesse a 1’ Comunhão, levou-o à comunidade e colocou-o num grupo de catequese. Sentiu-se aliviada, até com a consciência mais leve. Pensou que estava livre dessa responsabilidade e continuou com seus outros compromissos. Justificou todas as suas ausências nos encontros de pais, em que foram estudados assuntos que aperfeiçoariam seus conhecimentos e sua prática cristã. Um dia, sem querer, percebeu que seu filho não estava aprendendo as coisas que ela esperava. Não havia nem mesmo decorado o Pai-nosso. “A catequese de hoje em dia é relaxada”, pensou ela. E foi reclamar. Falou diretamente com o padre: “Meu filho já está freqüentando a catequese há três meses e ainda não conseguiu decorar nem o Pai-nosso. O que o senhor acha disso?” O padre perguntou: “Quantos anos tem seu filho?” Respondeu a mãe: “Onze anos”. O padre refletiu: “Durante onze anos a senhora não conseguiu ensinar o Pai-nosso para seu filho. E agora está reclamando porque a catequista não o fez aprender em três meses?” O pai e a mãe são as pessoas mais próximas dos filhos nos primeiros anos de vida. Ninguém melhor do que as pessoas da própria família para ensinar os elementos básicos da fé. As orações aprendidas no início da vida jamais serão esquecidas. Contudo, mais importante do que ensinar orações prontas é ensinar o hábito da oração diária. O diálogo com Deus é uma atitude essencial na vida de toda pessoa. Numa família que reza, naturalmente as crianças aprendem a rezar. Se a família não tem o hábito da oração… não será fácil ao catequista, mais tarde, despertar no catequizando o desejo de conversar com Deus! Quais os momentos de oração na família? Quando e como participa unida da celebração da comunidade? Como participa nos movimentos ou grupos da comunidade? As respostas a tais questões são importantes para a família avaliar sua contribuição para a educação de seus filhos na fé.
É na família que se lança o fundamento de toda a educação. A família coloca o alicerce da fé, que vai amadurecendo na prática do amor a Deus e aos irmãos. O pai e a mãe são os primeiros catequistas dos filhos.
Junto com a vida do corpo, os pais transmitem sua crença. “De fato, educar é continuar o ato de geração” (João Paulo II).
Uma senhora, querendo que seu filho fizesse a 1’ Comunhão, levou-o à comunidade e colocou-o num grupo de catequese. Sentiu-se aliviada, até com a consciência mais leve. Pensou que estava livre dessa responsabilidade e continuou com seus outros compromissos. Justificou todas as suas ausências nos encontros de pais, em que foram estudados assuntos que aperfeiçoariam seus conhecimentos e sua prática cristã. Um dia, sem querer, percebeu que seu filho não estava aprendendo as coisas que ela esperava. Não havia nem mesmo decorado o Pai-nosso. “A catequese de hoje em dia é relaxada”, pensou ela. E foi reclamar. Falou diretamente com o padre: “Meu filho já está freqüentando a catequese há três meses e ainda não conseguiu decorar nem o Pai-nosso. O que o senhor acha disso?” O padre perguntou: “Quantos anos tem seu filho?” Respondeu a mãe: “Onze anos”. O padre refletiu: “Durante onze anos a senhora não conseguiu ensinar o Pai-nosso para seu filho. E agora está reclamando porque a catequista não o fez aprender em três meses?” O pai e a mãe são as pessoas mais próximas dos filhos nos primeiros anos de vida. Ninguém melhor do que as pessoas da própria família para ensinar os elementos básicos da fé. As orações aprendidas no início da vida jamais serão esquecidas. Contudo, mais importante do que ensinar orações prontas é ensinar o hábito da oração diária. O diálogo com Deus é uma atitude essencial na vida de toda pessoa. Numa família que reza, naturalmente as crianças aprendem a rezar. Se a família não tem o hábito da oração… não será fácil ao catequista, mais tarde, despertar no catequizando o desejo de conversar com Deus! Quais os momentos de oração na família? Quando e como participa unida da celebração da comunidade? Como participa nos movimentos ou grupos da comunidade? As respostas a tais questões são importantes para a família avaliar sua contribuição para a educação de seus filhos na fé.
É na família que se lança o fundamento de toda a educação. A família coloca o alicerce da fé, que vai amadurecendo na prática do amor a Deus e aos irmãos. O pai e a mãe são os primeiros catequistas dos filhos.
Junto com a vida do corpo, os pais transmitem sua crença. “De fato, educar é continuar o ato de geração” (João Paulo II).

Homilia do 4º. Domingo da Quaresma – Pai misericordioso
PARA RELFETIR O EVANGELHO QUE TRABALHAMOS HOJE Lc15,1-3,11-32
A famosa parábola do filho pródigo é sempre atual e
comovente. No tempo da Quaresma, somos convidados a participar do ministério da
reconciliação: “Deixai-vos reconciliar com Deus”.
O verdadeiro nome da história contada por Jesus deveria ser Parábola do Pai misericordioso, embora
muitas vezes preferimos Parábola do filho
pródigo. De fato, a centralidade não deve estar no pecador que se converte,
mas no Pai que ama de modo incondicional. O Pai ama aquele que gasta parte
considerável de seus bens, ama e perdoa, sem se importar com a conduta do
filho. O pai misericordioso ama o filho mais velho, mesmo sendo rabugento. Ama
todos, independente dos pecados.
Cristo nos fez seus irmãos e nos revelou a face amorosa do
Deus que é Pai. Contudo, não é um pai severo, castigador ou distante, como
aqueles pintados nos antigos catecismos. Nas palavras de Henri Nouwen, o Pai da
parábola parece ter feições maternas em sua atitude de acolhida. Em sua
gratuidade, Deus não ama só os justos, mas veio para os pecadores (cf. Lc
5,31-32). Deixa as noventa e nove ovelhas no aprisco e sai em busca daquela que
está perdida (Lc 15,1-7). Deus é um Pai que abre os braços para abraçar e fazer
festa com o filho pródigo que voltou para casa, sem perguntar o que ele fez com
seus bens. O evangelho de hoje é uma oportunidade para que experimentemos o amor
misericordioso e gratuito.
O outro personagem é o filho pecador. Este tinha a
experiência do Pai da lei e da justiça, não do Pai da misericórdia. Sua fuga é
uma tentativa frustrada de felicidade. O pecado é sempre uma busca, uma procura
por acerto. Como consequência perde tudo, afasta-se do amor, da casa paterna. O
que lhe resta são as sobras, a dureza da vida, a falta de amor. Caindo em si,
arrepende-se. Ainda não pensa nas lágrimas de seu pai, mas na sua dura situação
da sua vida. Seu retorno possibilita a manifestação do amor do Pai, que se
adianta para abraçar o filho, não pergunta sobre o que fez, simplesmente
devolve-lhe tudo: dignidade (dá-lhe roupa nova, calçado), filiação (anel no
dedo) e acolhida (festa com o novilho).
O filho mais velho nos traz lições preciosas. Aliás, ele é
fundamental na parábola, tendo em vista que Jesus está diante dos fariseus e
escribas que questionam o fato de Jesus se aproximar dos publicados. Ou seja,
Jesus questionou a atitude daqueles que condenavam os pecadores julgando-se
santos. É ilustrativo mencionar que o filho pródigo da parábola de Jesus
experimentou o amor do Pai, enquanto o filho mais velho, que sempre esteve em
casa, reclamou seu lugar diante da alegria manifesta pelo filho que voltou. É
mais fácil nos tornarmos os filhos mais velhos do que filhos pródigos. Não é
raro encontrarmos pessoas que se consideram religiosas porque vivem certas
práticas, mas vivem amargas; são incapazes de desfrutar da alegria como dom de
Deus. Jesus sempre criticou a atitude farisaica daqueles que se consideravam os
justos.
Assim, é preciso eliminar o julgamento, alegrar-se com
aqueles que estão em busca do Senhor mesmo que ainda não tenham deixado certas
atitudes. É preciso acolher os novos na comunidade em seu entusiasmo e não
julgarmos aqueles que são considerados, até por nossos cânones, como pecadores
públicos. Aquele que nunca fez festa com o pai, não compreende a festa do filho
mais novo que reconheceu a grandeza da misericórdia de Deus. Também aqueles que
nunca saem da Igreja devem estar atentos para não deixar de desfrutar da festa
de Deus, da alegria de ser cristão, desprezando aqueles que experimentam o Deus
de amor e bondade. Certamente, muitos de nós se sentem morando na casa paterna,
mas com a mesma atitude soberba do filho mais velho.
A experiência cristã inclui considerar-se pecador, sempre
necessitado da misericórdia. Significa não se achar santo, julgando os demais,
mas abrir-se ao amor gratuito do Pai. Nosso Deus é o Pai da Parábola da
misericórdia? Como está nossa atitude diante do Deus da graça: somos
cumpridores da lei ou participantes da festa? Em que lugar nos encontramos?
Existe em nossa vida marcas do filho pródigo? Existem também marcas do filho
mais velho?
Pe. Roberto Nentwig
Catequese e Psicologia das Idades
IDADE DE QUATRO A SETE ANOS - CARACTERÍSTICAS
A partir dos 4
anos, sua linguagem é correta. Os brinquedos e os desenhos são
fundamentais. Através deles a criança dessa idade se projeta.
a) Globalismo: A criança vê tudo como um todo. Ela não consegue perceber os detalhes, assim como pensar nas minúcias. Ela quer desenhar sua casa que seria igual para todo mundo. Isto é o que ela sabe fazer e nós devemos aceitar.
b) O egocentrismo: Nesta idade a criança acha que o mundo gira em torno dela. Tudo é seu. O pai, a mãe, os brinquedos.
ATITUDES DO CATEQUISTA QUE EVANGELIZA CRIANÇAS DESSA FAIXA ETÁRIA:
O catequista para falar de Deus, para crianças dessa idade, deve falar
muito dos pais porque a criança é ainda muito ligada à família. O
catequista deve conhecer os pais das crianças para melhor conhecer seus
filhos. Orações gesticuladas são importantes. Movimentos dos braços,
danças, etc, fazem com que a criança exprima o seu interior.ATIVIDADES PARA OS ENCONTROS:
- Brinquedos: (pode ser confeccionados brinquedos com material reciclado, desde que tem haver com o tema do encontro.)
- Joguinhos: (Joguinhos de Trilha abordando valores, ensinamentos, ou versículos, também joguinhos como o da amarelinha dos mandamentos, e dinâmicas.)
- Desenhos
- Orações gesticuladas: (São orações com gestos)
- Danças
- Pinturas (Podem pintar imagens de santos, de Jesus)
- Dobraduras e Recortes: (Pode usar cartolina, EVA)
PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA
DOIS VIZINHOS/13
O Fósforo e a Vela
Chegou o dia
em que o fósforo disse à vela:
— Eu tenho a
tarefa de acender-te.
Assustada a
vela respondeu:
— Não, isto
não! Se eu estou acesa, então os meus dias estão contados. Ninguém vai mais
admirar a minha beleza.
O fósforo
perguntou:
— Tu
preferes passar a vida inteira, inerte e sozinha, Sem ter experimentado a vida?
— Mas
queimar dói e consome as minhas forças, sussurrou a vela insegura e apavorada.
— É verdade,
- respondeu o fósforo - Mas é este o segredo da nossa vocação. Nós somos
chamados para ser luz! O que eu posso fazer é pouco. Se não te acender, eu
perco o sentido da minha vida. Eu existo para acender o fogo. Tu és uma vela:
tu existes para iluminar os outros, para aquecer. Tudo o que tu ofereceres através
da dor, do sofrimento e Do seu empenho será transformado em luz. Tu não te acabarás
consumindo-te pelos outros. Outros passarão o teu fogo adiante. Só quando tu te
recusares, então morrerás!
Em seguida,
a vela afinou o seu pavio e disse cheia de expectativa:
— Eu te
peço, acende-me.
Com carinho
Catequistas da
pré catequese
Vilma, Valentina
e Franci
Quaresma
Quaresma é o período de penitência e preparação para
a Páscoa.
É a lembrança
dos 40 dias e 40 noites que Cristo passou no deserto e também dos
40 anos que os judeus caminharam até chegarem à Terra Prometida.
O período da Quaresma corresponde aos quarenta
dias anteriores à Semana Santa.
Quarta-feira de Cinzas
|
Domingo de Ramos
|
Semana Santa
|
Domingo de Páscoa
|
1ªDomingo depois da Lua Cheia
do Outono
|
Começa na Quarta-feira de Cinzas
e vai até o Domingo de Ramos.
Quarta-feira de Cinzas
|
O
primeiro dia da quaresma chama-se Quarta-feira de Cinzas, por causa do rito em
que se deposita um pouco de cinza na fronte dos cristãos. As cinzas com as
quais o sacerdote nos unge à testa, significa penitência, tempo de luto,
fragilidade humana. Essas ‘cinzas’ são resultado dos ramos secos usados no
Domingo de Ramos do ano que passou, que foram guardados e depois incinerados.
(Os ramos passam pelo fogo purificador, assim como nós temos que – com o fogo
purificador de Deus - acabar com o nosso egoísmo, orgulho...).
Devemos
ver a Quaresma como um tempo especial de retiro espiritual, tempo de
voltarmos a Deus,
reaquecer
a nossa fé, mudarmos de vida, superar as atitudes que não combinam com um
cristão.
As
graças principais da Quaresma são: a conversão, a reconciliação
e a partilha.
Viva com qualidade este tempo de
caminhada!
|
Símbolos da Quaresma
São vários os símbolos e atitudes que
acompanham esse tempo. Os mais importantes são:
·
A
COR ROXA, AS CINZAS E A CRUZ Lembram o caráter de penitência
e conversão. O caráter sério da Quaresma se manifesta também no visual do
espaço celebrativo, sóbrio e despojado.
·
AUSÊNCIA
DO GLORIA E CANTOS DE ALELUIA Neste período também se prepara a
missa sem cantos que tragam a palavra "aleluia".
·
AUSÊNCIA
DO RITO DE LOUVOR Também é retirado das missas o canto de louvor (o Glória).
·
O
JEJUM
O
jejum e a abstinência de carne expressam a íntima relação existente entre os
gestos externos de penitência, mudança de vida e conversão interior. Nos leva a
dar mais atenção à Palavra de Deus e à população empobrecida que se encontra em
permanente jejum.
·
A
CAMPANHA DA FRATERNIDADE Assumindo cada ano uma situação da realidade social, nos
ajuda a viver concretamente a experiência da Páscoa de Jesus nas páscoas do
povo; nos levando assim, a concretizar nosso esforço comunitário de conversão
em gestos de solidariedade.
A
fé cristã baseia-se na relação de confiança
e
generosidade de Deus para conosco.
Deus
nos criou gratuitamente e nos deu tudo o que temos,
inclusive
o seu único Filho como Salvador.
DÍZIMO
Dízimo - Fundamentação Bíblica
Ser dizimista é obedecer o preceito bíblico, vivendo o amor, sendo grato para com Deus e generoso para com os irmãos.
O dízimo não é invenção do homem e nem da Igreja,nasceu espontaneamente, como resposta do homem e da mulher à Bondade e à Misericórdia do Senhor Deus , pois é de origem bíblica , está na lei de Deus há muitos anos antes de Cristo. (Dt 12,6. 11-14. 26-32).
É a décima parte que o cristão
consciente deve devolver a Deus, devolver , pois o dízimo é devolução , e não
contribuição e nem pagamento. (Êx 25,1 - 9; Lv 27, 28 - 32; Nm 15 , 1 - 4; 1 Sm
8, 15 - 17).Ser dizimista é obedecer o preceito bíblico, vivendo o amor, sendo grato para com Deus e generoso para com os irmãos.
O dízimo não é invenção do homem e nem da Igreja,nasceu espontaneamente, como resposta do homem e da mulher à Bondade e à Misericórdia do Senhor Deus , pois é de origem bíblica , está na lei de Deus há muitos anos antes de Cristo. (Dt 12,6. 11-14. 26-32).
Devemos nos orientar com a passagem de São
Paulo: “Cada um dê conforme decidir o seu coração, sem pena ou constrangimento,
pois Deus ama a quem dá com alegria” (
2Cor 9,7).
É ato de fé, é prova de amor, é um jeito
concreto de viver a partilha. Dízimo é devolução: devolver um pouco a Deus do
muito que Ele nos dá. Dízimo é também compromisso com a comunidade; é dar
condições para que a comunidade possa evangelizar.
Nasceu das primícias , quer dizer: aquilo que era separado dos primeiros frutos para ser oferecido a Deus: o primeiro animal nascido , os primeiros frutos da colheita. (Nm 15,15-31; 18 , 28-29).
É fruto do reconhecimento do homem pelas bênçãos e providências recebidas do Senhor. (Dt 8,11-20).
É um desafio , uma promessa. (Ml 3,10).Jesus também referencia o dízimo. (Mt 23,23).
Na nossa Igreja , o dízimo é o 5º mandamento e tem as suas Dimensões. (Êx 25,1-9; Tg 2,14-22; 5,1-6). Ofertar a Deus é entrar em profunda comunhão com Ele, pois Ele é uma oferenda constante na vida de todos. Ofereceu em primeiro lugar o dom da vida; depois, ofereceu ervas, plantas, frutos e animais para prover todas as necessidades; deu os rios, os mares, as terras e os minérios; ofereceu as leis que conduzem à felicidade; e de Pai, tornou-se Filho de Adão, oferecendo-se como sacrifício para remissão de todos os pecados da humanidade. Ofereceu ainda, o Espírito Santo, que inspira e instrui para que se tenha sempre parte com o Deus altíssimo
Onde
é empregado o Dízimo?Nasceu das primícias , quer dizer: aquilo que era separado dos primeiros frutos para ser oferecido a Deus: o primeiro animal nascido , os primeiros frutos da colheita. (Nm 15,15-31; 18 , 28-29).
É fruto do reconhecimento do homem pelas bênçãos e providências recebidas do Senhor. (Dt 8,11-20).
É um desafio , uma promessa. (Ml 3,10).Jesus também referencia o dízimo. (Mt 23,23).
Na nossa Igreja , o dízimo é o 5º mandamento e tem as suas Dimensões. (Êx 25,1-9; Tg 2,14-22; 5,1-6). Ofertar a Deus é entrar em profunda comunhão com Ele, pois Ele é uma oferenda constante na vida de todos. Ofereceu em primeiro lugar o dom da vida; depois, ofereceu ervas, plantas, frutos e animais para prover todas as necessidades; deu os rios, os mares, as terras e os minérios; ofereceu as leis que conduzem à felicidade; e de Pai, tornou-se Filho de Adão, oferecendo-se como sacrifício para remissão de todos os pecados da humanidade. Ofereceu ainda, o Espírito Santo, que inspira e instrui para que se tenha sempre parte com o Deus altíssimo
O Dízimo deve manter mensalmente a paróquia nas três dimensões: Religiosa, Social e Missionária.
Religiosa: precisamos de padre... “Quem trabalha tem direito a receber pelo trabalho”. Não é justo o Padre não receber.
A paróquia tem de pagar conta de água, luz, telefone, gasolina, carro, casa paroquial, IPTU das Igrejas, funcionários, material de qualidade para a catequese: livros, revistas, fitas, CDs, televisão...
Malaquias 3,10 “tragam o dízimo completo para o cofre do Templo, para que haja alimento em meu Templo. Façam essa experiência comigo – diz o Senhor dos exércitos. Vocês verão então, se não abro as comportas do céu, se não derramo sobre vocês as minhas bênçãos de fartura”.
Algumas citações bíblicas sobre o Dízimo:
• O fundamento do dízimo e a essência da partilha.(Gên 1,12-13 e 24,3).
• Deve ser levado ao Templo.(Deut 12,11-14).
• Ao sacerdote devemos entregar nosso dízimo.(Heb 7,5).
• O dízimo deve ser utilizado para a manutenção do
Templo. (Ne 10, 33-40).
• Auxilia aos pobres, órfãos, viúvas, etc.
(Deut 26, 12-15; Mt 25, 31- 46).
• Sustento do sacerdote.(Lc 10,7; 1Cor 9, 13 - 14; 1Tim 5,17).
• Negar o dízimo, não enriquecerá ninguém.(Mt 6, 19-21; Mal 3, 8-9).
• As promessas e as bênçãos de Deus. (Mal 3, 8-12).
-A medida vem do coração. (II Cor 9, 6-8; Lc 21, 1-4).
Devolução a Deus - “Dai, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. Mt 22,21
“ DÍZIMO EXPRESSÃO DE FÉ”
Senhor, dai-me:
Inteligência,
para entender os fundamentos do dízimo.
Coragem,
para vencer o egoísmo e doar do meu coração.
Compreensão,
para perceber o verdadeiro significado da
prática de contribuir.
Sabedoria,
para evitar o apego excessivo aos bens
materiais e individuais.
Discernimento,
para compreender o dever da gratidão que
tenho para com Deus.
Fé,
para acreditar que Deus ama a quem
dá com alegria.
Amém!
Inteligência,
para entender os fundamentos do dízimo.
Coragem,
para vencer o egoísmo e doar do meu coração.
Compreensão,
para perceber o verdadeiro significado da
prática de contribuir.
Sabedoria,
para evitar o apego excessivo aos bens
materiais e individuais.
Discernimento,
para compreender o dever da gratidão que
tenho para com Deus.
Fé,
para acreditar que Deus ama a quem
dá com alegria.
Amém!
Frases
para refletir com a família
Dizimo é a soma de gratidão
com louvor a Deus
Dizimo – ato consciente, gesto de gratidão;
Dízimo – um privilegio do cristão consciente;
Cristão responsável – dizimista consciente;
O Dizimo é um reflexo da generosidade divina nos mananciais de
Igreja;
Dizimo, fonte de evangelização;
Igreja sem dizimo é Igreja carente;
Cristão dizimista é cristão consciente!;
O Dizimo não é uma troca com Deus.É nossa resposta de gratidão;
O Dizimo é uma atitude de comunhão:
O Dizimo é a porção separada singelamente e ofertada ao
Divino Doador.
VOCÊ QUE TEM CRIANÇA EM CASA, INCENTIVE PARA QUE
ELA SEJA UM DIZIMISTA MIRIM. É EDUCANDO AS CRIANÇAS NA FÉ, QUE
NO FUTURO TEREMOS HOMENS VERDADEIRAMENTE SANTOS!
Catequista: Vilma Ferrareze
Rafagnin
Dois Vizinhos - 2010
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